Lembra quando você era adolescente e seu pai ou sua mãe – adultos totalmente por fora, lógico – falavam alguma coisa absurda, como por exemplo “Lobão e o seus Reinaldos” e você ficava rindo com seus amigos que do como eles estavam por fora.
O mundo dá voltas.
Outro dia estava o pequeno marrento de 7 anos de idade me comentando sobre um desenho animado “Mansão Foster para Amigos Imaginários”, quando se lembrou que ele também tinha um amigo imaginário. Eu também lembrava, o Dino, claro. E lhe disse como fazia tempo que ele não conversava com o Dino. Foi aí que veio a grande revelação. “Você sabia que o Dino era um pokemon?”
Tcharan!! Me lembrei que o Dino mudava de forma, às vezes era bebê, às vezes era grandão. Às vezes era um monstro bonzinho que protegia ele e às vezes cabia na mão para ele brincar e levar com ele.
Então eu disse, me fazendo a suuuuper entendida: “claro, porque ele se transformava, né?”
Nesse momento ele se joga no chão (performático, ele) rindo sem som e mexendo com a cabeça com um olhar de “pobrezinha, não entende nada”.
Eu perguntei se tinha dito alguma besteira. E ele: “claro. O pokemón não se transforma, ele EVOLUCIONA!”
cara
nao tein perdao de nehum modo, iste bog ta virando uma apologia da enveja com certa dosis de cinismo: m eperdoe me perode mais sou tao fleiç
bom otimo linda, que tenha o corajem de celebrar o que a vida da para você porque voce gera isso. Num ulitmo modo e uma celebraçao de uma mesma né?
en verdade: se contagia a esperança, sobretudo nas pessoas mais pertas a você como eu. nao s epreocupa, e viva e goçe da sua felicidade sem sentir um pocuo culpable. e cumo tudo o mundo deberia istar. e no final de tudo cuanta gente tein tudo diante e nao consigue viver issa fleicidade. porque nos asusta.
a enveja tein neste caso, uma pele bien fina que nao e que pura expresao da alegría…
e faz favor aproveita o caudal de felicidade reciclándolo en pura creatividade: escreve mais caraca¡¡¡
jajaja
se lembre: nos esperan os tatuagems invisibels